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As revoluções liberais do século XIX
MFN: 2118
Estado: c    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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010:  ^a978-989-8942-16-6
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035:  ^aPTBN002864972
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100:  ^a20200608d2017    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^a<As >revoluções liberais do século XIX^eIndustrialização capitalista, lutas sociopolíticas e modernização cultural^fJuan Sisinio Pérez-Garzón^gtrad. Isabel Mafra
200:^grev. científica Ivan Figueiras
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S.l.]^cAtlântico Press^d2017
215:  ^a144 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: Las revoluciones liberales del siglo XIX
330:  ^aAs sucessivas vagas revolucionárias de 1820, 1830 e 1848 na Europa confirmaram que a restauração absolutista imposta no princípio do século XIX não tinha travado as aspirações socioeconómicas e políticas das novas classes sociais. Estes anseios podiam resumir-se no lema da liberdade e ganharam força nesta época com a ajuda do romantismo e do nacionalismo.
606:  ^aHistória^xRevoluções liberais^yEuropa^zséc. XIX
675:  ^a94(4)"1814/1900^vBN^zpor
700: 1^aPérez-Garzón^bJuan Sisinio
702: 1^aMafra^bIsabel^4730
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859:  ^aAs revoluções liberais do século XIX^b\2118.jpg^c1
930:  ^d94(4)"1814/1900" PÉR
A Guerra Fria
MFN: 9702
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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005:20210427163752.0
010:  ^a978-989-8942-24-1
021:  ^aPT^b435222/17
095:  ^aPTBN00026497
100:  ^a20200722d2018    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^a<A >Guerra Fria^e<Um >mundo dividido em dois blocos^fJuan carlos Pereira Castañares^gtrad. Isabel Mafra
200:^grev. científica Ivan Figueiras
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^dcop. 2018
215:  ^a144 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: La Guerra Fría
330:  ^aA época conhecida como Guerra Fria é definida, essencialmente, como o confronto direto e não militar entre os Estados Unidos da América e a União Soviética, no período compreendido entre 1947 e 1991. Após a Segunda Guerra Mundial, os dois países alcançaram um novo estatuto internacional, o de superpotências, como consequência do seu poderio militar, dos interesses globais, da influência dos respetivos modelos ideológicos e sociais sobre vastos territórios, assim como pela quantidade de armas nucleares de diversos tipos que usaram como instrumento de dissuasão.
606:  ^aHistória^xGuerra Fria^yEstados Unidos da América
606:^yUnião Soviética^z1947-1991
675:  ^a94(100)"1947/1991"^vBN^zpor
675:  ^a327.5(47+57+73)"1947/1991"(091)^vBN^zpor
700: 1^aPereira Castañares^bJuan Carlos
702: 1^aMafra^bIsabel^4730
702: 1^aFigueiras^bIvan^4695
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859:  ^aA Guerra Fria^b\9702.jpg^c1
930:  ^d94(100)"1947/1991" PER
998:  ^aFSE79 - 00028
A matéria de tudo
MFN: 5821
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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005:20241111155523.0
010:  ^a978-989-644-611-6
021:  ^aPT^b511661/23
035:  ^aPTBN002206807
095:5721
100:  ^a20241111f2023    m  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^ceng
102:  ^aPT
200:1 ^a<A >matéria de tudo^eDoze experências que mudaram o nosso mundo^fSuzie Sheehy^gtrad. Isabel Mafra
205:  ^a1ª ed.
210:  ^aLisboa^cTemas e Debates^d2023
215:  ^a372 p.^d24 cm
304:  ^aTít. orig.: The matter of everything - twelve experiments that changed our world
606:  ^aFísica atómica
606:  ^aDesseminação do conhecimento
675:  ^a539.1^vBN 2005^zpor
675:  ^a001.92^vBN 2005^zpor
700: 1^aSheehy^bSuzie^f1984-
702: 1^aMafra^bIsabel^4730
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aA matéria de tudo^b\5821.jpg^c1
930:  ^d539.1 SHE
O Japão dos xoguns
MFN: 2120
Estado: c    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0002120
005:20210416154635.0
010:  ^a978-989-8883-84-1
021:  ^aPT^b435222/17
035:  ^aPTBN001319150
095:3643
100:  ^a20200608g2017    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^a<O >Japão dos xoguns^e<A >era dos samurais^fJulia Moreno García^gtrad. Isabel Mafra
200:^grev. científica Ivan Figeiras
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^d2017
215:  ^a142 p.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: El Japón de los «shogun»
330:  ^aAté meados do século XIX, o Japão foi um país fechado e um grande desconhecido para os ocidentais: o seu isolamento geográfico e cultural mantivera-o afastado do resto do mundo. este livro aborda a história do Japão desde as suas origens lendárias até à abertura forçada ao Ocidente, a partir de 1853, focando-se principalmente nos quase sete séculos em que o país se regeu pelo sistema de xogunato.
606:  ^aHistória^yJapão^zSéc. 19-20
675:  ^a94(520)"-11.000/1868"^vBN^zpor
700: 1^aMoreno García^bJulia
702: 1^aMafra^bIsabel^4730
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859:  ^aO Japão dos xoguns^b\2120.jpg^c1
930:  ^d94(520)"-11.000/1868" MOR
O Império Otomano
MFN: 2149
Estado: c    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0002149
005:20210416113752.0
010:  ^a978-989-8942-18-0
021:  ^aPT^b435222/17
095:3739
100:  ^a20200608d2018    d  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^a<O >Império Otomano^eHistória de uma potência entre o Oriente e o Ocidente^fFatma Sinem Eryilmaz^gtrad. Isabel Mafra
200:^grev. científica Ivan Figueiras
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^d2017
215:  ^a144 p.^cil.^d21 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: El Imperio otomano
330:  ^aEste livro relata a história de um império que cresceu a partir de um diminuto principado na fronteira dos impérios Bizantino e Selêucida, na Anatólia, até se converter numa das principais potências da Idade Moderna. Nesta páginas, traça-se um breve relato sobre a vida de diversas gerações de homens e mulheres de herança multiétnica, multirreligiosa e multilinguística, e apresenta-se igualmente a história de uma dinastia, a otomana, que governou sobre um vasto território, dividido entre três continentes, durante quase seis séculos e meio.
606:  ^aHistória^xImpério Otomano
675:  ^a94(560)"1299/1923"^vBN^zpor
700: 1^aSinem Eryilmaz^bFatma
702: 1^aMafra^bIsabel^4730
801: 0^aPT^bBMMC^c20210118^gRPC
859:  ^aO Império Otomano^b\2149.jpg^c1
930:  ^d94(560)"1299/1923"
A Rússia dos czares
MFN: 2109
Estado: c    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0002109
005:20210429110906.0
010:  ^a978-989-8883-78-0
021:  ^aPT^b435222/17
095:3602
100:  ^a20200603f2017    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^a<A >Rússia dos czares^e<A >construção de um grande império na Europa Oriental^fCarles Buenacasa Pérez^gtrad. Isabel Mafra
200:^grev. científica Ivan Figueiras
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAntlântico Press^d2017
215:  ^a143 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: La Rusia de los zares
330:  ^aA constituição de uma Rússia eslava e ortodoxa foi-se configurando, de reinado em reinado, a partir dos monarcas da primeira dinastia russa, a de Rurik, que governou os principados hegemónicos da região entre os anos 862 e 1598. Na época, os diferentes estados tinham-se unificado e o seu governo estava centralizado sob o comando do todo poderoso czar, que impunha a sua autoridade sobre um extenso território de composição multiétnica. Os czares da dinastia sucessora, a Romanov, continuaram a expansão do império, cuja corte e administração se modernizaram à imagem das monarquias europeias contemporâneas, mas sem renunciar aos elevados níveis de autocracia dos primeiros czares.
606:  ^aHistória^yRússia
606:^yEuropa Oriental
675:  ^a94(47+57)"0862/1917"^vBN^zpor
700: 1^aBuenacasa Pèrez^bCarles
702: 1^aMafra^bIsabel^4730
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aA Rússia dos czares^b\2109.jpg^c1
930:  ^d94(47+57)"0862/1917" BUE
A era dos Descobrimentos
MFN: 9700
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0009700
005:20210427163716.0
010:  ^a978-989-8883-49-0
021:  ^aPT^b436977/18
100:  ^a20200722d2018    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^a<A >era dos Descobrimentos^e<As >grandes explorações geográficas^fMiguel Ángel Barral Precedo, María Ares Espiñeira^gtrad. Isabel Mafra
200:^grev. científica Ivan Figueiras
200:^grev. linguística Teresa Souto
210:  ^a[S.l.]^cAtlântico Press^d2018
215:  ^a144 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: La era de los descubrimientos
330:  ^aAs expedições europeias levadas a cabo nos séculos XV e XVI - primeiro lideradas por portugueses e espanhóis, mais tarde por franceses, ingleses e holandeses - estabeleceram uma nova ordem que colocou o Ocidente como principal força à escala global. Especialmente a partir da chegada de Cristóvão Colombo à América, as mais importantes potências embarcaram numa corrida à conquista de novos territórios que teria enormes consequências sociopolíticas, culturais e económicas.
606:  ^aHistória^xDescobrimentos
606:^xExplorações Geográficas
675:  ^a94(4)"1414/1770"^vBN^zpor
675:  ^a910.4(4+100)"1414/1770"(091)^vBN^zpor
700: 1^aBarral Precedo^bMiguel Ángel
701: 1^aAres Espiñeira^bMaría^4070
702: 1^aMafra^bIsabel^4730
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859:  ^aA era dos Descobrimentos^b\9700.jpg^c1
929:N
930:  ^d94(4)"1414/1770" BAR
A crise da Europa Feudal
MFN: 2113
Estado: c    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0002113
005:20210525155559.0
010:  ^a978-989-8883-47-6
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035:  ^aPTBN007759007
095:3612
100:  ^a20200306d2018    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^a<A >crise da Europa feudal^eGuerras, epidemias e fomes impulsionam a mudança^fÁlvaro López, Gala Yagüe Narváez^gtrad. Isabel Mafra
200:^grev. científica Ivan Figueiras
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^d2018
215:  ^a141 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: La crisis de la Europa feudal
330:  ^aDurante o século XIV, uma série de guerras, epidemias e fomes afundou a Europa numa crise económica, sociopolítica e espiritual. Os esforços para a superar implicaram um verdadeiro processo de mudança, um passo em frente na evolução do sistema feudal para o capitalista. Um século mais tarde, as principais cidades recuperaram, e os príncipes, os novos protagonistas políticos, finalizaram os instrumentos do Estado moderno.
606:  ^aHistória^yEuropa^zSéc. XIV
675:  ^a94(4)"1088/1474"^vBN^zpor
700: 1^aLópez Franco^bÁlvaro
701: 1^aYagüe Narváez^bGala^4070
702: 1^aMafra^bIsabel^4730
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aA crise da Europa Feudal^b\2113.jpg^c1
930:  ^d94(4)"1088/1474" LÓP
A revolução Russa e URSS
MFN: 9710
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0009710
005:20210427163938.0
010:  ^a978-989-8942-20-3
021:  ^aPT^b435222/17
100:  ^a20200723d2018    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^a<A >Revolução Russa e a URSS^eDa queda do czarismo a Estaline^fJoan Solé^gtrad. Isabel Mafra
200:^grev. científica Ivan Figueiras
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^dcop. 2018
215:  ^a144 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: La Revolución rusa y la URSS
330:  ^aA Revolução Russa de 1917 pôs fim ao maior império do mundo, a dinastia dos Romanov, e deu origem a um novo tipo de organização política, o comunismo, que definiria não só o novo Estado da URSS, como também muitos outros países asiáticos e da Europa de Leste. Por isso, numerosos historiadores consideram esta revolução como o principal acontecimento histórico de todo o século XX.
606:  ^aHistória^xRevolução Russa
606:^xURSS^zSéculo XX
675:  ^a94(47+57)"1861/1924"^vBN^zpor
675:  ^a323.2(47+57)"1861/1924"(091)^vBN^zpor
675:  ^a329.1(47+579"1917/1924"(091)^vBN^zpor
700: 0^aSolé^bJoan
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859:  ^aA revolução Russa e URSS^b\9710.jpg^c1
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930:  ^d94(47+57) SOL
Alexandre Magno
MFN: 2103
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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005:20210531152557.0
010:  ^a978-989-8883-35-3
021:  ^aPT^b435226/17
095:3590
100:  ^a20200228d2016    e   0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^aAlexandre Magno e o helenismo^e<A >herança do conquistador macedónio^fCristian Mir Serrano^gtrad. Isabel Mafra
200:^grev. científica Teresa Lacerda
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^dcop. 2018
215:  ^a142 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: Alejandro Magno y el helenismo
330:  ^aAo longo da História, poucas figuras despertaram tanto interesse e fascínio como Alexandre Magno (356-323 a. C.). Nas suas conquistas, o rei macedónio chegou aos confins da Índia, depois de percorrer milhares de quilómetros e de derrotar os poderosos persas. No entanto, o Império de Alexandre, o Grande, não sobreviviria à morte prematura do conquistador: os seus generais repartiram entre si o vasto território, e os novos reinos deram início à Época Helenística. Nos três séculos de duração deste período, a cultura e a civilização gregas estenderam-se por todo o mundo e foram helenizadas regiões tão diversas como a Mesopotâmia ou o Egito. A fusão de culturas daí resultante correspondia, sem dúvida, ao sonho de universalidade de Alexandre.
600:  ^aMagno^bAlexandre^f356-323 a. C.
606:  ^xHistória^yGrécia Antiga
675:  ^a94(38^vBN^zpor
675:  ^a929^vBN^zpor
675:  ^a32^vBN^zpor
700: 1^aMir Serrano^bCristian
702: 1^aMafra^bIsabel^4730
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aAlexandre Magno^b\2103.jpg^c1
930:  ^d94(38) MIR
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