Filtro da Pesquisa

Tipo de Documento

Nível Bibliográfico

Autor

Data

Editor

Coleção

Assunto

Forma do Assunto

Língua

Público-alvo

 
Chomsky - Lingusgem, conhecimento e liberdade
MFN: 5453
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0005453
005:20220120111148.0
010:  ^a978-989-8836-92-2
021:  ^aPT^b411683/16
095:17597
100:  ^a20191125d2016    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^aChomsky^eLinguagem, conhecimento e liberdade^fStefano Versace^gtrad. Filipa Velosa
200:^grev. Adriana Nogueira
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^dD. L. 2016
215:  ^a142 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a Filosofia II
304:  ^aTít. orig.: Chomsky - Linguaggio, conoscenza e libertà
330:  ^aGramática, sintaxe, mente, consenso fabricado: são apenas alguns dos termos que a obra de Avram Noam Chomsky (1928) ajudaou a redefinir de forma decisiva ao longo dos últimos sessenta anos. O filósofo norte-americano é, sem dúvida, um dos mais notórios e influentes intelectuais vivos. Considerado por alguns o fundador da linguística contemporânea, o contributo que deu para o seu desenvolvimento foi enorme e pode ser avaliado pelo peso revolucionário dos conceitos que intriduziu. A ciência cognitiva, tal como a informática, não seriam as mesmas sem ele. A influência de Chomsky como pensador e ativista político é impressionante pelos temas que aborda e pela radicalidade das suas teses. Neste volume, são apresentados os principais argumentos da obra de Noam Chomsky e é facultado um guia para a compreensão dos fios por entre os quais a sua riquíssima produção intelectual se entretece.
606:  ^aFilosofia
606:  ^aAvram Noam Chomky^z1928-
675:  ^a16^vBN^zpor
700: 1^aVersace^bStefano
702: 1^aVelosa^bFilipa^4730
702: 1^aNogueira^bTeresa^4640
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aChomsky - Lingusgem, conhecimento e liberdade^b\5453.jpg^c1
930:  ^d16 VER
Filosofia Helenística - Estoicos, Epicuristas, cínicos e céticos
MFN: 3051
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0003051
005:20220321164506.0
010:  ^a978-989-8721-93-8
021:  ^aPT^b395728/15
035:  ^aPTBN001042835
095:6091
100:  ^a20191029d2015    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^aFilosofia Helenística^eEstoicos, epicuristas, cínicos e céticos^fJ. A. Cardona^gtrad. Filipa velosa
200:^grev. José A. Damas
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^d2015
215:  ^a144 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a Filosofia
304:  ^aTít. orig.: Filosofia Helenística - Estoicos, epicúreos, cínicos y escépticos
330:  ^aAs escolas filosóficas helenísticas, principalmente e estoicismo e o epicurismo, aparecem em pleno século XXI como uma fonte de inspiração intelectual e espiritual de surpreendente modernidade. Desconsideradas durante muito tempo por serem vistas como filosofias menores e decadentes, no caso da civilização grega, entendemos hoje que foram uma reação a uma profunda crise política, social e religiosa - a perda de hegemonia da cidade-estado grega-, e à necessidade de encontrar uma nova compreensão do ser humano. A grande finalidade dos pensadores estoicos e epicuristas foi mais prática do que teórica: trataram, sobretudo, de encontrar as vias para uma vida individual feliz apesar de todas as adversidades. O estoicismo teve uma enorme influência na filosofia romana, renascentista e posterior. O epicurismo fornece propostas éticas - procura da serenidade, usufruto sábio da vida, gozo dos prazeres espirituais, primazia da amizade - muito desejáveis para o ser humano atual.
606:  ^aFilosofia^zséc. XXI
675:  ^a141^vBN^zpor
700: 1^aCardona^bJ. A.
702: 1^aVelosa^bFilipa^4730
702: 1^aDamas^bJosé A.^4640
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aFilosofia Helenística - Estoicos, Epicuristas, cínicos e céticos^b\3051.jpg^c1
930:  ^d1 CAR
Pascal - O homem é uma cana que pensa
MFN: 3942
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0003942
005:20220404153409.0
010:  ^a978-989-99527-4-4
021:  ^aPT^b403027/15
035:  ^aPTBN002167012
095:8652
100:  ^a20191016f2015    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^aPascal^e<O >homem é uma cana que pensa^fGonzalo Muñoz Barallobre^gtrad. Filipa Velosa
200:^grev. José A. Damas
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^d2015
215:  ^a141 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a Filosofia
304:  ^aTít. orig.: Pascal - El hombre es una caña que piensa
330:  ^aBaudelaire escreveu em As Flores do Mal que Blaise Pascal (1623 - 1662) «tinha um abismo que se movia com ele». E era verdade: um abismo que o levou a enfrentar a natureza humana da forma mais imisericordiosa que a história da filosofia tinha conhecido até ao momento. Numa época marcada por um otimismo enquebrantável na razão. Pascal, profundo conhecedor da mesma, obrigou-nos a não tirar os olhos dos seus limites, a aceitá-los. Ao fazê-lo, pretendia recordar que as questões realmente importantes para o homem, aquelas que lhe dizem respeito de uma maneira íntima e radical, não se demonstram com raciocínio, pois devem ser sentidas. Daí a sua famosa afirmação « o coração tem razões que a própria razão desconhece», que, no fundo, é apenas uma aposta que o presente livro tenta analisar.
606:  ^aFilosofia^xBlaise Pascal^z1623-1662
675:  ^a141^vBN^zpor
700: 1^aMuñoz Barallobre^bGonzalo
702: 1^aVelosa^bFilipa^4730
702: 1^aDamas^bJosé A.^4640
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aPascal - O homem é uma cana que pensa^b\3942.jpg^c1
930:  ^d141 MUÑ
Kant
MFN: 910
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0000910
005:20220124114518.0
010:  ^a978-989-8721-81-5
021:  ^aPT^b395711/15
095:1863
100:  ^a20191122d2015    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^aKant^e<A >revolução copernicana na filosofia^fJoan Solé^gtrad. Filipa Velosa
200:^grev. José A. Damas
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^d2015
215:  ^a143 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a Filosofia
304:  ^aTít. orig.: El giro copernicano en la filosofia
330:  ^aCom Immanuel Kant (1724-1804), a filosofia entra na maioria de idade, inaugurando a etapa contemporânea. Livre dos últimos laivos de medievalismo que ainda se arrastavam no século XVIII, situa o homem histórico no centro da reflexão, empenhado em incidr no processo do seu destino através da razão. Kant representa o apogeu do ideal iluminista e abre caminho à totalidade do pensamento humanístico posterior, que, inclusive quando não aceita as ideias Kantianas, se move no espaço delimitado por ele. O presente livro centra-se nos dois aspetos mais duradouros e influentes da obra Kantiana: a teoria do conhecimento, com a célebre «revolução copernicana», e a ética, cujo vigor se resume na contundente afirmação do que o homem deve fazer enquanto ser racional e livre.
606:  ^aFilosofia^xTeoria do onhecimento
606:  ^aImmanuel Kant^z1724-1804
675:  ^a165^vBN^zpor
700: 1^aSolé^bJoan
702: 1^aVelosa^bFilipa^4730
702: 1^aDamas^bJosé A.^4640
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aKant^b\910.jpg^c1
930:  ^d165 SOL
Locke - A mente como tábua rasa
MFN: 9137
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0009137
005:20220324163309.0
010:  ^a978-989-8721-92-1
021:  ^aPT^b395727/15
100:  ^a20191022d2015    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^aLocke^e<A >mente como tábua rasa^fSergi Aguilar^gtrad. Filipa Velosa
200:^grev. José A. Damas
210:  ^a[S.l.]^cAtlântico Press^d2015
215:  ^a144 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a Filosofia
304:  ^aTít. orig.: La mente es una «tábua rasa»
330:  ^aJohn Locke (1632-1704), pai do empirismo e do liberalismo político, é considerado um dos filósofos mais influentes da história, apesar de em inúmeras ocasiões ter sido um dos mais esquecidos. O presente volume empreende a tarefa de lhe fazer justiça, aprofundando os seus contributos dentro do campo da filosofia, da política e da divulgação científica. Os seus méritos ligam-se intimamente à época e ao lugar aos quais pertenceu: filho da Inglaterra do século XVII, viveu o auge da burguesia, a crise do sistema feudal e o florescimento da nova ciência. Defensor da experiência e da sensibilidade como fontes válidas de conhecimento perante os excessos do racionalismo extremo, a sua visão moderada e crítica levou-o a formular uma teoria política antiautoritária, a favor de um Estado garante das liberdades individuais e do direito de revolta dos cidadãos contra os governos. Daí o interesse em examinar com atenção, naquilo que contêm de antídoto crítico libertador de preconceitos, as reflexões comedidas deste grande filósofo.
606:  ^aFilosofia^xJohn Locke^z1632-1704
675:  ^a1^vBN^zpor
700: 1^aAguilar^bSergi
702: 1^aVelosa^bFilipa^4730
702: 1^aDamas^bJosé A.^4640
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aLocke - A mente como tábua rasa^b\9137.jpg^c1
929:N
930:  ^d1 AGU
Simone de Beauvoir
MFN: 912
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0000912
005:20220126151633.0
010:  ^a978-989-8848-14-7
021:  ^aPT^b411716/16
095:1880
100:  ^a20191122d2016    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^aSimone de Beauvoir^eDo sexo ao género^fCristina Sánchez^gtrad. Filipa Velosa
200:^grev. José A. Damas
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^d2016
215:  ^a141] p.^cil.^d24cm
225:2 ^aDescobrir a Filosofia II
304:  ^aTít. Orig.:Simone de Beauvoir - Del sexo al género
330:  ^aSimone de Beauvoir (1908-1986) é uma das grandes vozes europeias do século XX e uma das suas figuras mais influentes. Filósofa e romancista, abordou nas suas obras a questão da experiência da liberdade e os obstáculos para a alcançar. Adota e desenvolve uma filosofia existencialista na qual se aborda a relação do indivíduo com os outros. A sua obra filosófica mais conhecida é o Segundo Sexo. Neste texto, Beauvoir examina a construção cultural sobre os corpos das mulheres que resulta na impossibilidade de serem sujeitos plenos. Para tal, analisará a experiência vivida das mulheres. A sua conhecida expressão «Não se nasce mulher, torna-se mulher» é expoente da ideia de uma subjetividade resultante de imposições sociais e culturais. O pensamento desta autora teve uma grande influência no desenvolvimento da filosofia feminista contemporânea posterior. Este livro aborda as principais feministas da vida e da obra de Beauvoir, que gira em torno da explicação cultural das opressões.
606:  ^aFilosofia^zSéc. XX
606:  ^aSimone Beauvoir^z1908-1986
675:  ^a1^vBN^zpor
700: 1^aSánchez^bCristina
702: 1^aVelosa^bFilipa^4730
702: 1^aDamas^bJosé A.^4640
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aSimone de Beauvoir^b\912.jpg^c1
930:  ^d1 SÁN
A Violoncelista
MFN: 3058
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0003058
005:20220419121136.0
010:  ^a978-84-9139-678-9
021:  ^aPT
035:  ^aPTBN000115636
095:6109
100:  ^a20220419d2022    k  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^ceng
102:  ^aPT
200:1 ^a<A >Violoncelista^fDaniel Silva^gtrad. Filipa Velosa
205:  ^a1ª ed.
210:  ^aMadrid^cHarperCollins^d2022
215:  ^a462 p.^d23 cm
304:  ^aTít. orig.: The Cellist
330:  ^aViktor Orlov teve um há muito anunciado encontro com a morte. Outrora o homem mais rico da Rússia, reside agora num magnífico exílio em Londres, onde se embrenhou numa cruzada incansável contra os cleptocratas autoritários que assumiram o controlo do Kremlin. A sua mansão na exclusiva Chyne Walk de Chelsea é uma das habitações privadas mais fortemente protegidas de Londres. Todavia, de alguma forma, numa noite de verão chuvosa, no meio de uma pandemia global, o vingativo presidente da Rússia consegue finalmente riscar o nome de Orlov da sua lista de morte.
606:  ^aLiteratura Americana^xRomance
675:  ^a821.111(73)-312.4^vBN^zpor
700: 1^aSilva^bDaniel
702: 1^aVelosa^bFilipa^4730
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aA Violoncelista^b\3058.jpg^c1
930:  ^d821.111(73)-312.4 SIL
Leibniz
MFN: 5018
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0005018
005:20220325152247.0
010:  ^a978-989-9948-989-3
021:  ^aPT^b401341/15
035:  ^aPTBN002766581
095:12871
100:  ^a20191022d2015    ee y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^aLeibniz^eNo melhor dos mundos possíveis^fConcha Roldán^gtrad. Filipa Velosa
200:^grev. José A. Damas
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^d2015
215:  ^a143 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a Filosofia
304:  ^aTít. orig.: Leibniz - En el mejor de los mundos posibles
330:  ^aPoucos autores foram tão caricaturados como Leibniz. A sátira que Voltaire lhe dedicou em Cândido reduziu a sua filosofia ao otimista do melhor dos mundos... Nada mais injusto para com um pensador tão prolífico como complexo, do qual grande parte da obra permanece inédita, devido à sua dimensão e interdisciplinaridade. Político e filósofo comprometido com o seu tempo, mas também matemático, concebeu uma máquina de calcular e descobriu o cálculo infinitesimal, além de documentar o sistema binário graças ao seu interesse pela cultura chinesa. Leibniz teria adorado encontrar uma linguagem universal para resolver as controvérsias e contribuir para o entendimento entre os diversos credos; ousou sentar Deus no banco dos réus com a sua Teodiceia, e criou o lema Theoria com praxi, autêntico emblema para o Iluminismo.
606:  ^aFilosofia^xLeibniz
675:  ^a1^vBN^zpor
700: 1^aRoldán^bConcha
702: 1^aVelosa^bFilipa^4730
702: 1^aDamas^bJosé A.^4640
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aLeibniz^b\5018.jpg^c1
930:  ^d1 ROL
John Stuart Mill
MFN: 3260
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0003260
005:20220202144604.0
010:  ^a978-989-8836-90-8
021:  ^aPT^b411681/16
095:7084
100:  ^a20191120d2016    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^aJohn Stuart Mill^e<O >utilitarismo que mudaria o mundo^fGerardo López Sastre^gtrad. Filipa Velosa
200:^grev. Adriana Nogueira
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^d2016
215:  ^a144 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a Filosofia II
304:  ^aTít. orig.: John Stuart Mill - El utilitarismo que cambiaria el mundo
330:  ^aJohn Stuart Mill foi filósofo britânico mais importante do século XIX. Contudo, a sua importância não procede desta preeminência histórica, mas do facto de as suas ideias nos continuarem a dar que pensar. Sintetizando a sua filosofia numas breves linhas, poderíamos descrevê-la como uma reflexão sobre o significado e o carácter desejável dos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade. Ideais que, por sua vez, se baseiam numa versão própria do utilitarismo, a doutrina que afirma que a maior felicidade do maior número de pessoas nos deve guiar no momento de agir. A partir desta teoria ética, defende-se o direito do indivíduo de construir a sua vida de acordo com os seus próprios critérios, a igualdade de género, a democracia como a melhor forma de governo, e a Humanidade como único objeto de adoração racional.
606:  ^aFilosofia^xUtilitarismo^zSéc. XIX
606:  ^aJohn Stuart Mill^z1806-1873
675:  ^a17.036.2^vBN^zpor
700: 1^aLópez Sastre^bGerardo
701: 1^aVelosa^bFilipa^4730
701: 1^aNogueira^bAdriana^4640
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aJohn Stuart Mill^b\3260.jpg^c1
930:  ^d17.036.2 LÓP
Russel - Conhecimento e felicidade
MFN: 1021
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0001021
005:20220322151942.0
010:  ^a978-989-9952-72-0
021:  ^aPT^b403025/15
095:2035
100:  ^a20191028d2015    e  y0pory0103    ba
101:0 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^aRussel^eConhecimento e felicidade^fFernando Broncano^gtrad. Filipa Velosa
200:^grev. José A. Damas
210:  ^a[S. I.]^cAntlântico Press^d2015
215:  ^a141 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a Filosofia
304:  ^aTít. orig.:
330:  ^aBertrand Russel (1872-1970) é o mais conhecido dos intelectuais ingleses do século XX e, sem dúvida, o mais influente. Foi filósofo, matemático, teórico da educação, escritor de histórias ocasional (recebeu o Prémio Nobel da Literatura), crítico do puritanismo e da hipocrisia social, ativista antimilitarista e anti-imperialista e, sempre, um cidadão comprometido com o seu tempo, o que lhe valeu algumas detenções e exclusões. As suas análises da linguagem, do conhecimento e da moral são conquistas intemporais do pensamento filosófico. A sua história é a de uma pessoa que quis entender o seu mundo e, dentro do possível, transformá-lo.
606:  ^aFilosofia^zSéc. XX
606:  ^aBertrand Russel^z1872-1970
675:  ^a165.1^vBN^zpor
700: 1^aBroncano^bFernando
702: 1^aVelosa^bFilipa^4730
702: 1^aDamas^bJosé A.^4640
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aRussel - Conhecimento e felicidade^b\1021.jpg^c1
930:  ^d165.1 BRO