 | MFN: 9885
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| 200: | 1 | ^a<O >Último Voo do Flamingo^fMia Couto^gcapa José Serrão
| 205: | | ^a2ª ed.
| 210: | | ^aLisboa^cCaminho^d2000
| 215: | | ^a228 p., [8] p.^d21 cm
| 225: | 2 | ^a<Uma >Terra Sem Anos^v114
| 330: | | ^aTizangara, primeiros anos do pós-guerra. Nesta vila tudo parecia correr bem. Os capacetes azuis já haviam chegado para vigiarem o processo de paz, e o dia a dia da população corria numa aparente normalidade. Mas por razões que quase todos desconheciam, esses mesmos capacetes azuis começaram, de súbito, a explodir. Massimo Risi, o soldado italiano das Nações Unidas destacado para investigar estas estranhas explosões, chega a Tizangara. Colocam-lhe um tradutor à disposição, e é através do relato deste que tomamos conhecimento dos factos. Entramos num mundo de vivos e de mortos, de realidade e de fantasia, de feitiços e de sobrenatural. A verdade e a ficção passam por nós em personagens densamente construídas, de que o feiticeiro Andorinho, a prostituta Ana Deusqueira, o padre Muhando, o administrador Estêvão Jonas e a sua mulher Ermelinda, a velha-moça Temporina, o velho Sulplício, são apenas alguns exemplos... O mistério adensa-se. Os soldados da paz morreram ou foram mortos?
| 606: | | ^aLiteratura Portuguesa^x[Romance]^yMoçambique
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