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O século de Atenas
MFN: 2100
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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010:  ^a978-989-8883-34-6
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095:3584
100:  ^a20200228d2017    e   0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^a<O >século de Atenas^e<O >esplendor da Grécia Clássica^fJ. A. Cardona^gtrad. José Vala Roberto
200:^grev. científica Teresa Lacerda
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^dcop. 2018
215:  ^a143 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: El siglo de Atenas
330:  ^aPoucos episódios históricos tiveram o esplendor da Atenas do século V a. C., dirigida por Péricles. Em apenas algumas décadas, a capital ática implantou a democracia - uma inovação sem precedentes -, empreendeu a construção dos grandes templos da Acrópole, criou a tragédia e a comédia, fez nascer um novo tipo de filosofia moral e política e levou as artes à sua máxima expressão. Este livro recolhe os principais marcos da Atenas de Péricles, que a converteram, primeiro, numa pólis hegemónica após a vitória nas Guerras Médicas e, mais tarde, na vanguarda de um Império que dominaria o Mediterrâneo oriental até ser derrotado na Guerra do Peloponeso.
606:  ^aHistória^xGrécia Antiga
675:  ^a94(38)"-0490/-0403"^vBN^zpor
700: 1^aCardona^bJ. A.
702: 1^aRoberto^bJosé Vala^4730
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859:  ^aO século de Atenas^b\2100.jpg^c1
930:  ^d94(38) CAR
O nascimento de Roma
MFN: 2101
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0002101
005:20210531165533.0
010:  ^a978-989-8883-33-9
021:  ^aPT^b435224/17
095:3586
100:  ^a20200228d2017    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^a<O >nascimento de Roma^eDa fundação à conquista de Itália^fSusana Soler Polo^gtrad. José Vala Roberto
200:^grev. científica Teresa Lacerda
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^dcop. 2018
215:  ^a141 p. ^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: El nacimiento de Roma
330:  ^aEsta viagem pela história das origens de Roma leva-nos da mítica fundação da cidade à instauração da República, em 509 a. C., passando pelo período monárquico. Os primeiros séculos da República foram turbulentos, dominados pelas tensões sociais entre patrícios e plebeus, pelas guerras de conquista da Península Itálica e pela dificuldade em implantar novas instituições de governo que contribuíssem para a paz social. No entanto, as grandes vitórias obtidas nestas frentes colocaram Roma no caminho para a sua futura expansão no Mediterrâneo.
606:  ^aHistória^xRoma
675:  ^a94(37)^vBN^zpor
700: 1^aSoler Polo^bSusana
702: 1^aRoberto^bJosé Vala^4730
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aO nascimento de Roma^b\2101.jpg^c1
930:  ^d94(37) SOL
A Grande Guerra
MFN: 2188
Estado: c    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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010:  ^a978-989-8942-19-7
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095:3782
100:  ^a20200806d2017    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^a<A >Grande Guerra^e<A >Primeira Guerra Mundial agita o velho mundo^fCarlos Sanz Días^gtrad. Paula Nascimento
200:^grev. científica Ivan Figueiras
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^d2017
215:  ^a144 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: La Gran Guerra
330:  ^aA Primeira Guerra Mundial teve um impacto profundo nas estruturas políticas, económicas e sociais do planeta à escala global. De facto, para muitos historiadores, o século XX começou naquele verão de 1914 que haveria de fustigar o mundo com a guerra, a revolução e os fascismos, uma «era de catástrofes» ( como lhe chamou o historiador Eric Hobsbawm) erigida sobre as ruínas da civilização ocidental do século XIX.
606:  ^aHistória^xPrimeira Guerra Mundial
675:  ^a94(100)1914/1918"^vBN^zpor
700: 1^aSans Díaz^bCarlos
702: 1^anascimento^bPaula^4730
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859:  ^aA Grande Guerra^b\2188.jpg^c1
930:  ^d94(100) SAN
A ascensão dos totalitarismos
MFN: 9706
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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005:20210427163855.0
010:  ^a978-989-8942-21-0
021:  ^aPT^b435222/17
095:  ^aPTBN00025903
100:  ^a20200723d2018    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^a<A >ascensão dos totalitarismos^ePolítica, sociedade e economia no período entre as duas guerras^fJoan Solé^gtrad. Paula Nascimento
200:^grev. científica Ivan Figueiras
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^dcop. 2018
215:  ^a143 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aEl ascenso de los totalitarismos
330:  ^aDe todas as páginas negras da história da humanidade, as piores dizem respeito aos totalitarismos. Fascistas italianos, nacionais-socialistas alemães e comunistas soviéticos organizaram e sistematizaram o terror e a violência como ninguém o fizera até então. Mussolini e Hitler tiveram a sua grande oportunidade no período entre as duas guerras (1919-39), quando o mal-estar das consequências da Grande Guerra exacerbou os sentimentos ultranacionalistas, as crises económicas levaram a população à fome, e o medo à «Ameaça Vermelha» socialista e comunista fez com que as classes médias e altas procurassem uma proteção armada contra ela. Por seu turno, Estaline soube apropriar-se da estrutura de partido único criada por Lenine para impor o seu poder absoluto na URSS.
606:  ^aHistória
606:  ^aFascismo Italiano^z1919-1939
606:  ^aNazismo^z1919-1939
606:  ^aEstalinismo^z1922-1939
675:  ^a94(100)"1919/1939"^vBN^zpor
675:  ^a321.6(450)"1919/1939"(091)^vBN^zpor
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700: 1^aSolé^bJoan
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930:  ^d94(100)"1919/1939" SOL
998:  ^aFSE68 - 00265
A Segunda Guerra Mundial
MFN: 9705
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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010:  ^a978-989-8942-22-7
021:  ^aPT^b435222/17
095:  ^aPTBN00025903
100:  ^a20200723d2018    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^a<A >Segunda Guerra Mundial^e<O >maior conflito bélico da história^fJosé Luis Neila e Misael Arturo López Zapico^gtrad. José Vala Roberto
200:^grev. científica Ivan Figueiras
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^dcop. 2018
215:  ^a141 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: La Segunda Guerra Mundial
330:  ^aA 1 de setembro de 1939, o mundo entrava em guerra e fazia-o numa escala e determinação até ali desconhecidas. os números da Segunda Guerra Mundial são assustadores, quer falemos de mortos, feridos ou da destruição em geral, mas dificilmente conseguem traduzir o colapso moral e civilizacional provocado pelo conflito. Sem dúvida, a Segunda Guerra Mundial abarcou um ciclo de confrontos bélicos que transformou profundamente a natureza do sistema geopolítico internacional e a própria estrutura social do mundo contemporâneo.
606:  ^aHistória^xSegunda Guerra Mundial
675:  ^a94(100)"1939/1945"^vBN^zpor
675:  ^a355.48(100)"1939/1945"(091)^vBN^zpor
700: 1^aNeila^bJosé Luis
701: 1^aLópez Zapico^bMisael Arturo^4070
702: 1^aRoberto^bJosé Vala^4730
702: 1^aFigueiras^bIvan^4695
801: 0^aPT^bBMMC^c20200723^gRPC
859:  ^aA Segunda Guerra Mundial^b\9705.jpg^c1
930:  ^d94(100)"1939/1945" NEI
998:  ^aFSE68 - 00265
Os impérios da Ásia Central
MFN: 2108
Estado: c    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0002108
005:20210525163950.0
010:  ^a978-989-8883-46-9
021:  ^aPT
035:  ^aPTBN002101197
095:3599
100:  ^a20200306f2018    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^a<Os >impérios da Ásia Central^e<De >Átila a Tamerlão: o poder dos povos das estepes^fRicarddo Martínez^gtrad. Paula Nascimento
200:^grev. científica Ivan Figueiras
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^d2018
215:  ^a141 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: Los imperios del Asia central
330:  ^aA história dos impérios surgidos nas estepes da Ásia Central esteve tradicionalmente envolvida em lendas e alguma obscuridade. De personagens como Átila, Gengis Khan, Kublai Khan ou Tamerlão chegaram-nos notícias narradas, sobretudo, pelos seus adversários, o que destorceu a nossa visão em relação aos dez séculos em que aqueles povos nómadas dominaram de forma épica vastos territórios, conseguindo ligar a China à Europa. Estas civilizações foram fundamentais na história da Eurásia: desenvolveram um comércio sem igual - impulsionado pelo apogeu da Rota da Seda - acompanhado de um intercâmbio de ideias e de saber, que foi essencial para a configuração futura de dois mundos que não se conheciam.
606:  ^aHistória^yÁsia Central
675:  ^a94(5-191.2)"0435/1502"^vBN^zpor
700: 1^aMartínez^bRicardo
702: 1^aNascimento^bPaula^4730
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aOs impérios da Ásia Central^b\2108.jpg^c1
930:  ^d94(5-191.2) MAR
A Rússia dos czares
MFN: 2109
Estado: c    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0002109
005:20210429110906.0
010:  ^a978-989-8883-78-0
021:  ^aPT^b435222/17
095:3602
100:  ^a20200603f2017    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^a<A >Rússia dos czares^e<A >construção de um grande império na Europa Oriental^fCarles Buenacasa Pérez^gtrad. Isabel Mafra
200:^grev. científica Ivan Figueiras
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAntlântico Press^d2017
215:  ^a143 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: La Rusia de los zares
330:  ^aA constituição de uma Rússia eslava e ortodoxa foi-se configurando, de reinado em reinado, a partir dos monarcas da primeira dinastia russa, a de Rurik, que governou os principados hegemónicos da região entre os anos 862 e 1598. Na época, os diferentes estados tinham-se unificado e o seu governo estava centralizado sob o comando do todo poderoso czar, que impunha a sua autoridade sobre um extenso território de composição multiétnica. Os czares da dinastia sucessora, a Romanov, continuaram a expansão do império, cuja corte e administração se modernizaram à imagem das monarquias europeias contemporâneas, mas sem renunciar aos elevados níveis de autocracia dos primeiros czares.
606:  ^aHistória^yRússia
606:^yEuropa Oriental
675:  ^a94(47+57)"0862/1917"^vBN^zpor
700: 1^aBuenacasa Pèrez^bCarles
702: 1^aMafra^bIsabel^4730
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aA Rússia dos czares^b\2109.jpg^c1
930:  ^d94(47+57)"0862/1917" BUE
Roma, nova potência do Mediterrâneo
MFN: 2106
Estado: c    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0002106
005:20210531112350.0
010:  ^a978-989-8883-36-0
021:  ^aPT^b435227/17
035:  ^aPTBN002361540
095:3597
100:  ^a20200302f2016    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^aRoma, nova potência do Mediterrâneo^e<Das >Guerras Púnicas à morte de César^fSusana Soler Polo^gtrad. José Vala Roberto
200:^grev. científica Ana Teresa Hilário
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^dcop. 2018
215:  ^a143 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: Roma, nueva potencia del Mediterrâneo
330:  ^aApós a conquista de Itália, Roma dirigiu o seu olhar para o Mediterrâneo. Prontamente surgiram os primeiros conflitos de interesses com as potências da região, que degeneraram em longas contendas, como as Guerras Púnicas e Macedónicas. Roma saiu vitoriosa de todas elas e em finais do século II a. C. dominava já a bacia mediterrânica. Contudo, estas mesmas conquistas deram lugar a uma profunda crise na República. A rivalidade entre a aristocracia tradicional e os novos ricos, as necessidades da crescente plebe urbana e as exigências de direitos políticos dos aliados romanos, somados à ambição de determinados líderes políticos, acabaram por romper o equilíbrio de forças sobre o qual se apoiava a República romana.
606:  ^aHistória^xRoma
675:  ^a94(37)^vBN^zpor
700: 1^aSoler Polo^bSusana
702: 1^aRoberto^bJosé Vala^4730
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aRoma, nova potência do Mediterrâneo^b\2106.jpg^c1
930:  ^d94(37) SOL
Alexandre Magno
MFN: 2103
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0002103
005:20210531152557.0
010:  ^a978-989-8883-35-3
021:  ^aPT^b435226/17
095:3590
100:  ^a20200228d2016    e   0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^aAlexandre Magno e o helenismo^e<A >herança do conquistador macedónio^fCristian Mir Serrano^gtrad. Isabel Mafra
200:^grev. científica Teresa Lacerda
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^dcop. 2018
215:  ^a142 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: Alejandro Magno y el helenismo
330:  ^aAo longo da História, poucas figuras despertaram tanto interesse e fascínio como Alexandre Magno (356-323 a. C.). Nas suas conquistas, o rei macedónio chegou aos confins da Índia, depois de percorrer milhares de quilómetros e de derrotar os poderosos persas. No entanto, o Império de Alexandre, o Grande, não sobreviviria à morte prematura do conquistador: os seus generais repartiram entre si o vasto território, e os novos reinos deram início à Época Helenística. Nos três séculos de duração deste período, a cultura e a civilização gregas estenderam-se por todo o mundo e foram helenizadas regiões tão diversas como a Mesopotâmia ou o Egito. A fusão de culturas daí resultante correspondia, sem dúvida, ao sonho de universalidade de Alexandre.
600:  ^aMagno^bAlexandre^f356-323 a. C.
606:  ^xHistória^yGrécia Antiga
675:  ^a94(38^vBN^zpor
675:  ^a929^vBN^zpor
675:  ^a32^vBN^zpor
700: 1^aMir Serrano^bCristian
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801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aAlexandre Magno^b\2103.jpg^c1
930:  ^d94(38) MIR
Absolutismo e parlamentarismo
MFN: 2105
Estado: c    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

001:0002105
005:20210421145129.0
010:  ^a978-989-8883-81-0
021:  ^aPT^b435222/17
035:  ^aPTBN003053691
095:3596
100:  ^a20200605f2017    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^aAbsolutismo e parlamentarismo^eFrança e Inglaterra nos séculos XVII e XVIII^fVictor Sabaté^gtrad. Isabel Mafra
200:^grev. científica Ivan Figueiras
200:^grev. linguística Teresa Souto
200:^gpag. João Correia
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^d2017
215:  ^a143 p.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a História
304:  ^aTít. orig.: Absolutismo y parlamentarismo
330:  ^aNo século XVII, foram implantados em Inglaterra e em França dois sistemas de governo de carácter oposto: o parlamentarismo e o absolutismo, respetivamente. Este último constituía a forma de governo predominante no continente europeu, onde a maioria dos países assumiu o lema «um rei, uma fé, uma lei» que tanto esplendor tinha trazido à França de Luís XIV. A Inglaterra representou a exceção a esta tendência, especialmente após o triunfo dos princípios parlamentaristas decorrentes da Revolução Gloriosa de 1688.
606:  ^aHistória^xAbsolutismo^yFrança
606:  ^xParlamentarismo^yInglaterra
675:  ^a94(44)"16/17"^vBN^zpor
675:  ^a94(410)"16/17^vBN^zpor
675:  ^a321.6(44)"16/17"^vBN^zpor
675:  ^a321.7(410)"16/17"^vBN^zpor
700: 1^aSabaté^bVictor
702: 1^aMafra^bIsabel^4730
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
859:  ^aAbsolutismo e parlamentarismo^b\2105.jpg^c1
930:  ^d94(44)"16/17 SAB
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