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MFN: 9611
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200:1 ^aQuem Ama Acredita^fNicholas Sparks^gtrad. Luís Santos
200:^gcapa Maria Manuel Lacerda
205:  ^a4ª ed.
210:  ^aLisboa - Alfragide^cASA^d2015
215:  ^a335 p.^cil.^d24 cm
304:  ^aTít. Orig.: True Believer
606:  ^aLiteratura Inglesa^xRomance
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700: 1^aSparks^bNicholas
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102:  ^aPT
200:1 ^aContos Populares Portugueses^fAdolfo Coelho^grev. Eulália Pyrrait
200:^gcapa Rui Belo
205:  ^a6ª ed.
210:  ^aAlfragide^cLeya^d2015
215:  ^a237 p.^d19 cm
330:  ^aContos Populares Portugueses são contos de todos os tempos e de todas as idades. Uma obra que nos devolve o imaginário e o maravilhoso da nossa cultura popular, e de que faz parte, entre outras, «História da Carochinha», «A Formiga e a Neve», «O Coelhinho Branco», «A Raposa e o Lobo», «O Compadre Lobo e a Comadre Raposa» e «Os Dois Irmãos».
606:  ^aContos Populares^yPortugal
675:  ^a398.2(=1:469)^vBN^zpor
700: 1^aCoelho^bAdolfo^f1847-1919
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MFN: 7461
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200:1 ^aMenino da mamã^fÁlvaro Magalhães^gil. Carlos J. Campos
210:  ^aVila do Conde^cVerso da História^d2015
215:  ^a143 p.^cil.^d22 cm
330:  ^aDiário secreto da mãe do melhor jogador do mundo
675:  ^a821.134.3-93^vBN 2005^zpor
700: 1^aMagalhães^bÁlvaro
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MFN: 9606
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101:0 ^apor
102:  ^aPT
200:1 ^aGovernação e Poder Local^e<O >Público e o Privado na Prestação de Serviços Públicos num Contexto de Eficiência^fArlindo Mota^gcapa Ivone Ralha
210:  ^a[S.l.]^cTemas de Referência^d2015
215:  ^a198 p.^d24 cm
606:  ^aGoverno Local^yLisboa
606:^yLisboa
606:^ySetúbal
675:  ^a352.07(469.411/.412)^vBN 2005^zpor
675:  ^a005.59(469.411/.412)^vBN 2005^zpor
675:  ^a351.71(469.411/.412)^vBN 2005^zpor
700: 1^aMota^bArlindo
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930:  ^d352.07(469.411/.412) MOT
Leibniz
MFN: 5018
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010:  ^a978-989-9948-989-3
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035:  ^aPTBN002766581
095:12871
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101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^aLeibniz^eNo melhor dos mundos possíveis^fConcha Roldán^gtrad. Filipa Velosa
200:^grev. José A. Damas
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^d2015
215:  ^a143 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a Filosofia
304:  ^aTít. orig.: Leibniz - En el mejor de los mundos posibles
330:  ^aPoucos autores foram tão caricaturados como Leibniz. A sátira que Voltaire lhe dedicou em Cândido reduziu a sua filosofia ao otimista do melhor dos mundos... Nada mais injusto para com um pensador tão prolífico como complexo, do qual grande parte da obra permanece inédita, devido à sua dimensão e interdisciplinaridade. Político e filósofo comprometido com o seu tempo, mas também matemático, concebeu uma máquina de calcular e descobriu o cálculo infinitesimal, além de documentar o sistema binário graças ao seu interesse pela cultura chinesa. Leibniz teria adorado encontrar uma linguagem universal para resolver as controvérsias e contribuir para o entendimento entre os diversos credos; ousou sentar Deus no banco dos réus com a sua Teodiceia, e criou o lema Theoria com praxi, autêntico emblema para o Iluminismo.
606:  ^aFilosofia^xLeibniz
675:  ^a1^vBN^zpor
700: 1^aRoldán^bConcha
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702: 1^aDamas^bJosé A.^4640
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930:  ^d1 ROL
MFN: 10312
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101:0 ^apor
102:  ^aPT
200:1 ^a<O >Capuchinho Vermelho no Século XXI^fLuísa Ducla Soares^gil. Maria João Lopes
210:  ^aPorto^cPorto Editora^d2015
300:  ^aLivro Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura
300:  ^aLivro recomendado para o 2º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.
330:  ^aTodos conhecem a história da Menina do Capuchinho Vermelho, uma famosa história parada no tempo. Mas, como seria se a Menina saltasse do seu livro antigo para os dias de hoje? Desmaiava de espanto? Entusiasmava-se com o mundo atual? Encontraria algum lobo?
675:  ^a087.5^vBN 2005^zpor
700: 1^aSoares^bLuísa Ducla
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930:  ^d087.5 SOA
O Dia em Que o Sol Se Apagou
MFN: 3156
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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010:  ^a978-989-74-1258-5
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102:  ^aPT
200:1 ^a<O >Dia em Que o Sol Se Apagou^fNuno Gomes Garcia
205:  ^a1ª ed.
210:  ^aAlfragide^cCasa das Letras^d2015
215:  ^a333 p.^d24 cm
330:  ^aNo dia 26 de março de 1487, o Sol apaga-se subitamente no reino de Portugal. Sem explicação para tão súbitas trevas - que uns atribuem à maldade castelhana e outros à heresia dos judeus -, D. João II envia dois espiões em demanda da solução que restitua a luz ao País e evita o seu definhamento. Com Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva irá também, guardado num estojo, um par de olhos de diamante que outrora pertenceram a um menino chamado Mil-Sóis, cujo olhar cegava o encarasse, e que são a peça fundamental desta missão.
606:  ^aLiteratura Portuguesa^xRomance histórico
675:  ^a821.134.3-311.6^vBN^zpor
700: 1^aGarcia^bNuno Gomes^f1978-
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859:  ^aO Dia em Que o Sol Se Apagou^b\3156.jpg^c1
930:  ^d821.134.3-311.6 GAR
Erasmo - O humanismo na encruzilhada
MFN: 3157
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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010:  ^a978-989-8836-00-7
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101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^aErasmo^e<O >humanismo na encruzilhada^fJorge Ledo^gtrad. Filipa Velosa
200:^grev. José A. Damas
210:  ^a[S. I]^cAtlântico Press^d2015
215:  ^a144 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a Filosofia
304:  ^aTít. orig.: Erasmo - El humanismo en la encrucijada
330:  ^aErasmo de Roterdão, conhecido pelos seus contemporâneos como «o príncipe dos humanistas», ocupa um lugar de excelência na história da filosofia, da religião e das letras europeias. O seu papel central na difusão e organização da tradição clássica, a sua aproximação crítica ao texto bíblico e à sua tradição exegética, bem como a sua intervenção em acesos debates em torno de questões doutrinais, políticas e filosóficas moldaram de maneira definitiva a cultura renascentista europeia. Este livro pretende oferecer ao leitor português, de maneira breve e descontraída, as chaves para compreender as circunstâncias pessoais e intelectuais, as motivações e aspirações, a ascensão e o declive do escritor mais importante da primeira metade do século XVI.
606:  ^aFilosofia^xErasmo de Roterdão
675:  ^a141^vBN^zpor
700: 1^aLedo^bJorge
702: 1^aVelosa^bFilipa^4730
702: 1^aDamas^bJosé A.^4640
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859:  ^aErasmo - O humanismo na encruzilhada^b\3157.jpg^c1
930:  ^d141 LED
MFN: 8761
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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010:  ^a978-972-0-72716-9
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100:  ^a20080520d2015    a  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^ceng
102:  ^aPT
200:1 ^a<O >Menino-Estrela^fOscar Wilde^gadapt. para port. Isabel Ramalhete
200:^gil. Raquel Costa
210:  ^aPorto^cPorto Editora^d2015
215:  ^a60 p.^cil.^d20 cm
225:2 ^aEducação Literária
300:  ^aLivro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura
300:  ^aLivro recomendado para o 5.º e 6º anos de escolaridade.
330:  ^aDois lenhadores voltam do trabalho na floresta para casa, numa noite fria de inverno, quando veem uma estrela-cadente. Ao aproximarem-se do salgueiro onde a estrela caiu, deparam-se com uma criança envolta num manto dourado, enfeitado com estrelas. Um deles leva a criança para casa, onde ela cresce: um menino vaidoso e cruel. Que dificuldades terá este menino de enfrentar até que encontre o verdadeiro sentido da humildade, respeito pelo próximo e amor aos demais?
606:  ^aLiteratura Inglesa^x[Jovens]
606:  ^aHumildade
606:  ^aRespeito
675:  ^a821.111(417)-93^vBN 2005^zpor
700: 1^aWilde^bOscar^f1854-1900
702: 1^aRamalhete^bIsabel^4730
702: 1^aCosta^bRaquel^4440
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930:  ^d821.111(417)-93 WIL
Hume - Saber ser cético
MFN: 3922
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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100:  ^a20191030d2015    e  y0pory0103    ba
101:1 ^apor^cspa
102:  ^aPT
200:1 ^aHume^eSaber ser cético^fGerardo López Sastre^gtrad. Filipa Velosa
200:^grev. José A. Damas
210:  ^a[S. I.]^cAtlântico Press^d2015
215:  ^a144 p.^cil.^d24 cm
225:2 ^aDescobrir a Filosofia
304:  ^atìt. orig.: Hume - Cuándo saber ser escéptico
330:  ^aO filósofo, economista e historiador escocês David Hume (1711-1776) levou até às últimas consequências o projeto empirista idealizado por John Locke e George Berkeley. A forma como o atinge implica enclausurar por completo a própria possibilidade da metafísica, entendida como o conjunto de teorias que pretende ir mais além da experiência. Mas Hume é mais do que o estádio último de uma tradição, o pensador que despertou Kant do seu sonho dogmático ou o precedente do positivismo lógico do século XX, como bem se mostra ao longo das páginas deste livro. Em última análise, Hume continua a ser nosso contemporâneo, na medida em que as sociedades ocidentais encarnam muitos dos valores que defendeu, assim como, a outro nível, comstitui uma alternativa com a qual confrontar outros modelos sociais.
606:  ^aFilosofia^xTeoria do Conhecimento
606:  ^aDavid Hume^z1711-1776
675:  ^a165^vBN^zpor
700: 1^aLópez Sastre^bGerardo
702: 1^aVelosa^bFilipa^4730
702: 1^aDamas^bJosé A.^4640
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859:  ^aHume - Saber ser cético^b\3922.jpg^c1
930:  ^d165 LÓP