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O quarte, ou as bochechas do general
MFN: 1331
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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200:1 ^a<O >quartel, ou as bochechas do general^fA. M. Pires Cabral
205:  ^a1ª ed.
210:  ^aLisboa^cTinta-da-China^d2023
215:  ^a294, [2] p.^d19 m
330:  ^aChegou o dia (a noite) de Benjamim Boavida fazer a prova de sentinela que decidirá o seu futuro no Quartel - ainda que ele, rapaz dado às coisas simples da vida no campo, preferisse estar a ouvir rouxinóis iluminado por um luar de Verão. Mas ali está ele, com a bota a apertar-lhe o pé esquerdo, acompanhado por um sargento agressivo, num  posto de vigia de onde não se vigia quase nada porque o muro é demasiado largo e com uma revolução a agitar-se lá fora. A turbulência parece estar ainda distante, mas a noite será longa e cheia de peripécias. Além disso, depois da noite chega um novo dia, para o país, para Benjamim e também para aquela aquartelado Quartel e para as suas personagens - fiéis ao absurdo Regulamento ou contestárias por conveniência, perdidas entre alcunhas e gírias, enleadas num julgamento com indecisões sem fim, e que se deixarão ir tão longe quanto a revolução, ou a imaginação, lhes permitir.
606:  ^aLiteratura Portuguesa^xRomance
675:  ^a821.134.3-31^vBN 2005^zpor
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Frentes de Fogo
MFN: 2131
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200:1 ^aFrentes de Fogo^fA. M. Pires Cabral^grev. Madalena Alfaia
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215:  ^a90, [6] p.^d20 cm
606:  ^aLiteratura portuguesa^xPoesia
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Estar Vivo Aleija
MFN: 8489
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102:  ^aPT
200:1 ^aEstar Vivo Aleija^fRicardo Araújo Pereira
205:  ^a5ª ed.
210:  ^aLisboa^cTinta-da-China^d2018
215:  ^a150, [2] p. ^d21 cm
330:  ^aDo elogio do silêncio à crítica ao império dos telemóveis e das redes sociais, passando pela defesa da liberdade de expressão e pela metafísica do pecado, estes textos tanto falam de Cristiano Ronaldo como de Kierkegaard, do candy Crush como de Flaubert. Pelo caminho, desmonta-se o mito da auto-ajuda, descutem-se problemas de linguagem que só a RAP apoquentam, questionam-se intolerâncias alimentares contemporâneas e o intemporal complexo de Édipo, levantam-se questões prementes para os caisais de hoje, como a escolha entres ter filhos ou ser feliz para sempre e pergunta-se que papel desempenha no mundo a pessoa a gente, o povo e a humanidade.
606:  ^aLiteratura Portuguesa^xHumor
675:  ^a821.134.3-7"20"^vBN^zpor
700: 1^aPereira^bRicardo Araújo^f1974-
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Feliciano
MFN: 1104
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102:  ^aPT
200:1 ^aFeliciano^fA. M. Pires Cabral
205:  ^a1ª ed.
210:  ^aLisboa^cTinta-da-China^d2021
215:  ^a261, [9] p.^d20 cm
330:  ^aNinguém pense que o nosso protogonista, lá por ter recebido na pia o nome de Feliciano, reforçado pelo sobrenome de Boaventura, foi um homem feliz. Pelo contrário, foi a mais infeliz das criaturas, a quem tudo de mal aconteceu na sua existência breve, desde o berço até à cova. Seria caso para dizer-mos que o nome da personagem é tragicamente irónico - se não soubéssemos que é antes um inofensivo divertimento do autor. Feliciano é em primeiro lugar e história das mil desventuras de um homem malfadado, que aos poucos o vão levando à loucura e à morte. É também o retrato de uma vila do interior, coma as suas figuras típicas e os seus tiques, e do seu confronto com os novos tempos que desembocam no 25 de Abril. E é ainda uma reflexão sobre o mistério da sorte e do azar.
606:  ^aLiteratura Portuguesa^xRomance picaresco^zSéc. 20
675:  ^a821.134.3-311.4^vBN^zpor
700: 1^aCabral^bA. M. Pires^f1941-
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O Japão é um lugar estranho
MFN: 5459
Estado: c    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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101:1 ^aeng^cpor
102:  ^aPT
200:1 ^a<O >Japão é um lugar estranho^fPeter Carey^gtra. Carlos Vaz Marques
205:  ^a1ª ed.
210:  ^aLisboa^cTinta-da-china^dreimp.2018
215:  ^a174 [4] p.^cil.^d20 cm
300:  ^aTít. orig. Wrong About Japan
327:1 ^aViagem de um pai com o seu filho ao país da Manga e do Anime.
606:  ^aLiteratura Inglesa^xViagens
606:^x[Jovens]
675:  ^a821.111(94)-31^zpor
700: 1^aCarey^bPeter
702: 1^aMarques^bCarlos Vaz^4730
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930:  ^d821.111(94)-31 CAR
955:  ^n1^bBAL-JC^dBAL-JC^c20010924
Frentes de Fogo
MFN: 2837
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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200:1 ^aFrentes de Fogo^fA. M. Pires Cabral^grev. Madalena Alfaia
205:  ^a1ª ed.
210:  ^aLisboa^cTinta-da-China^d2019
215:  ^a90, [6] p.^d20 cm
606:  ^aLiteratura Portuguesa^xPoesia
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Gaveta do Fundo
MFN: 2702
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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102:  ^aPT
200:1 ^aGaveta do Fundo^fA. M. Pires cabral^gcoord. da colecção Pedro Mexia
205:  ^a1ª ed.
210:  ^aLisboa^cTinta-da-China^d2013
215:  ^a90, [6] p.^d20 cm
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Trabalhos e Paixões de Benito Prada
MFN: 3048
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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102:  ^aPT
200:1 ^aTrabalhos e Paixões de Benito Prada^eGalego da província de Ourense, que veio a Portugal ganhar a vida^fFernando Assis Pacheco
205:  ^a1ª ed.
210:  ^aLisboa^cTinta-da-china^d2021
215:  ^a244, [4] p.^d20 cm
330:  ^aBenito Prada, filho de Filemón e Nicolasa, galego de Casdemundo, está ainda vivo em 1914 quando o generalíssimo Franco vem à Universidade de Coimbra receber o título de doutor honoris causa em Direito. Se pudesse - expressão muito sua - esborrachava-o como quem esborracha uma mosca. Para trás ficaram os seus trabalhos e paixões: a casa pobre, o pai afiador, as poucas letras aprendidas na Meiga de Ventosela, depois o salto para Portugal, a fortuna começada com uma carroça nas feiras, os amores, a guerra, o medo, a ira, tudo envolvido pelo manto da morrinha de que não pôde nunca livrar-se. Desses trabalhos e paixões nos fala aqui Fernando Assis Pacheco. E, recordando-se da velha picaresca aprendida nos clássicos do género, oferece-nos um romance exemplar, onde a História se transforma em estória e o humor não é mais do que uma disfarçada ternura por tudo aquilo que está vivo e mexe.
606:  ^aLiteratura Portuguesa^xRomance
675:  ^a821.134.3-31^vBN^zpor
700: 1^aPacheco^bFernando Assis^f1937-1995
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Gaveta do Fundo
MFN: 3354
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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200:1 ^aGaveta do Fundo^fA. M. Pires Cabral^gcoord. da colecção Pedero Mexia
205:  ^a2ª ed.
210:  ^aLisboa^cTinta-da-china^d2014
215:  ^a90, [6] p.^d20 cm
606:  ^aLiteratura Portuguesa^xPoesia
675:  ^a821.134.3-1^vBN^zpor
700: 1^aCabral^bA. M. Pires^f1941-
702: 1^aMexia^bPedro^4340
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MFN: 10247
Estado: n    Tipo: a    Nível bibl.: m    Nível hierárquico:      Nível de cod.:      Forma de desc.: 

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010:  ^a978-989-671-245-7
021:  ^aPT^b417123/16
100:  ^a20170920d2016    m  y0pory0103    ba
101:0 ^apor
102:  ^aPT
200:1 ^aEra uma vez em Goa^fPaulo Varela Gomes^gpref. Ivan Nunes
200:^grev. Frederico Carvalho
200:^gcoord. da coleção Carlos Vaz Marques
205:  ^a3ª ed.
210:  ^aLisboa^cTinta-da-China^d2016
215:  ^a363 p.^d20 cm
330:  ^aEstamos em 1963, dois anos volvidos sobre a expulsão dos portugueses da Índia. Os territórios de Goa, Damão e Diu encontram-se sob o domínio ainda ambíguo do governo indiano, mas, nas ruas, o concacim e o inglês convivem a toda a hora com um sub-reptício português, os letreiros das lojas ainda mal apagados, a religião ecléctica com as marcas de Cristo, os edifícios e a cultura no limbo de um colonialismo defunto. Graham é um cidadão britânico que chega a Goa com escassos recursos e por meios pouco ortodoxos, antecipando-se às ondas hippies que encontrarão na Índia o reduto místico por excelência. Sistematicamente confundido com um perigoso infiltrado português, Graham terá de sofrer rocambolescos encontros, desencontros e aventuras até vislumbrar os sentidos possíveis da complexa cultura goesa. De caminho, cruza-se com personagens de origens contrastantes, desde o inusitado «hoteleiro» da praia de Anjuna até ao grande escritor e outrora espião britânico, o seu homónimo Graham Greene.
606:  ^aLiteratura Portuguesa^xRomance
675:  ^a821.134.3-31^vBN 2005^zpor
700: 1^aGomes^bPaulo Varela
702: 1^aNunes^bIvan^4080
702: 1^aCarvalho^bFrederico^4675
702: 1^aMarques^bCarlos Vaz^4205
801: 0^aPT^bBMMC^gRPC
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929:N
930:  ^d821.134.3-31 GOM
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